Brancos de inexistências invadem
minha mente, incontrolável sensação, será que vou para outra dimensão? tenho
medo do vazio, cicatrizes pelo corpo brancos que mancham, pele ralada,
minha doce amiga que me acompanha, já não luto com você, sou você, somos um,
apesar que nem sempre me visitas e quando vem breve é nosso encontro, não
suportaria muito mais de uma hora com você, minhas mãos perdem o tato meus
olhos viram, não de prazer mas de resignação, tens uma forca que quanto mais
luto mais forte ficas, te deixo para que me possua, deito e espero, mais um
branco e outro, vazio, pequenas mortes sem de fato ir.
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